Entrevista: Gusttavo Lima fala sobre carreira internacional: ‘Quero cantar e fazer músicas para meus fãs’

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ARTISTA GRAVOU RECENTEMENTE O PROJETO "BUTECO IN BOSTON".

Respeita o embaixador!! Sucesso, é a palavra que define bem o Buteco – grande evento do cantor Gusttavo Lima, que aconteceu no último sábado (11), no Allianz Parque, em São Paulo.

Com duração de mais de 9 horas, o line-up trouxe nomes do sertanejo, como Bruno & Denner e Os Menotti, no forró, Xand Avião, já o pagode foi representado pelo Sorriso Maroto e Dubdogz, no eletrônico.

O evento

Gusttavo Lima. Foto: Reprodução / Instagram

Dessa forma, com um espetáculo pirotécnico, o dono do Buteco, entregou 4 horas e 30 minutos de hits atrás de hits, levando o público de 32 mil da arena ao delírio. Além disso, cerca de 103 mil espectadores no YouTube, puderam entoar desde os seus sucessos mais atuais até os mais antigos e clássicos. Ainda assim, ao final do show, prometeu para 2022 mais tempo: 5h30 de evento.

“Em 2019 eu estive aqui no Allianz num show internacional e cara eu vi esse estádio lotado e eu ficava pensando: ‘Será que um dia na minha vida eu vou conseguir fazer um showzinho?’. Quando você coloca Deus à frente dos seus planos as coisas começam a acontecer. A gente nunca pode deixar de acreditar.”

Gusttavo Lima. Foto: Reprodução / Instagram

“A nossa volta está sendo gradativa, de estado por estado. Parece que a gente começou do zero. Porque quando você já tinha uma carreira grande, se apresentando todo fim de semana, e de repente para de cantar, tem até que recuperar o condicionamento físico”.

Carreira internacional

Gusttavo Lima. Foto: Reprodução / Instagram

Recentemente, Gusttavo Lima, gravou seu novo projeto “Buteco in Boston”. Assim, muitos se perguntaram se viria um início de carreira internacional e ele explicou:

“Muita gente fala sobre carreira internacional, mas é complicado falar sobre isso, porque você precisa começar tudo do zero. E quando a gente tem um país gigantesco, igual o Brasil em tamanho continental, tudo muito grande né, é trocar 12 por meia dúzia. Hoje eu tenho meu público aqui no Brasil, e estamos construindo nossa história, então eu quero cantar e fazer músicas para meus fãs. Esse DVD em Boston também foi para prestigiar tantos brasileiros que vivem fora daqui e que não tem a oportunidade de ir a um festival e depois de dois anos de pandemia ficaram sem esse carinho”.

“O brasileiro onde estiver, ele é caloroso, receptivo e todos os nossos shows lá parecia que estávamos cantando no Brasil. É um carinho enorme. A mesma vibe e hoje está maior ainda, porque todos estavam com uma saudade grande dessa abstinência e está sendo incrível em todo lugar que estamos passando”, falou sobre o carinho do brasileiro, que mora fora do país.

Por fim, o Embaixador terminou esse bate papo, falando sobre a visão nesses dois anos de pandemia.

“Esse período contribui para o crescimento para muitos artistas regionais, que fazia sucesso numa determinada região e agora, explodiram. A pandemia foi boa para abrirmos novos horizontes sobre música, para novos estilos, como o piseiro, que dominou as paradas. A gente perdeu tantos amigos e familiares, mas a vida felizmente ou infelizmente precisa continuar e não podemos ficar parados. Agradecer sempre e continuar a nossa história”.

Texto: Carolina Didonet
Edição: Daniel Outlander

Equipe Prêmio Jovem

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